Uvaia – Eugenia Pyriformis

A uvaia, também conhecida como uvalha em certas regiões do Brasil, é uma árvore nativa da Mata Atlântica com ocorrência natural na região que vai do estado de São Paulo até o Rio Grande do Sul, e cuja altura pode variar de 4 a 12 metros com um tronco que vai de 20 a 50 cm de diâmetro. O nome uvaia vem do idioma tupi-guarani e significa “fruta acidulada”. De fato, a fruta tem um sabor que vai do mais doce ao mais azedo, dependendo da variedade. Os frutos podem ter formato similar ao da pera (daí o nome Pyriformis, decorrente da primeira variedade catalogada), mas a forma mais comum é a arredondada com achatamento nos polos. Embora exista uma variante que produza frutos maiores (conhecida como uvaião), a forma mais comum produz frutos cujo tamanho varia entre 3 e 5 centímetros, tendo casca levemente aveludada. É sobre esta forma que falaremos mais detalhadamente neste artigo.

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Detalhe dos frutos da uvaieira. À esquerda, a forma mais comum do fruto e, à direta, a que lhe deu o nome de batismo: Pyriformis.

Os frutos da uvaieira normalmente tem casca de tom amarelo intenso, pele fina e polpa suculenta que encerra de um a dois caroços de tamanho variável, mas que em geral são pequenos. Você pode fazer sucos, licores, caipirinhas, geléias e até vinagre com a uvaia. Há quem a coma logo após colhida, como eu, e posso garantir que o fruto é saboroso mesmo em suas variedades mais azedas. Com tantas qualidades, porque a uvaia não é encontrada nos mercados? Bem, apesar das qualidades, seu aroma perfumado atrai insetos que perfuram a casca fina com facilidade e, ademais, os frutos não resistem a transporte por longa distância, pois rapidamente vão perdendo o perfume e acabam por se oxidar. Logo, não tem interesse comercial como fruta de mesa, mas sua polpa congelada pode ser encontrada com alguma facilidade, como no Sítio do Bello.

A uvaieira é uma árvore que gosta de sol e que tem crescimento rápido. Seu tronco é descamante as folhas são verde-escuro, alongadas, mas com tom avermelhado quando novas, o que garante um belo efeito paisagístico. A produção de frutos é rápida, podendo se iniciar entre dois e quatro anos para as mudas oriundas de semente, sendo que a floração e frutificação se dão normalmente entre agosto e novembro. Embora seja uma árvore de bom porte em seu ambiente natural, a uvaieira pode sim ser cultivada em vasos, onde se adapta bem. Logicamente, quanto maior o vaso melhor, mas vasos de 40 cm de altura por 30 cm de boca podem manter uma uvaieira que produza frutos, desde que regada e adubada periodicamente. Em minha casa, tenho uma uvaieira exatamente nesta condição, que produziu frutos pela primeira vez em 2015, quando estava com apenas um metro e quinze centímetros de altura.

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Foto das flores, brotos e da uvaieira adulta

A uvaieira tem também parentes próximas que podem ser consideradas ainda mais apropriadas para o cultivo em vasos. Três exemplos são: a Uvaia-anã ou uvaia-doce (Eugenia Lutescens), Ubá-Peva (Eugenia Anomala) e a Uvaia-Peba (Eugenia Arrebidae), todas elas nativas do cerrado e que adultas ficam entre um e dois metros de altura. Mas estas são difíceis de encontrar… Apenas no Colecionando Frutas você obterá mudas destas três variedades. Já a muda de uvaia comum pode ser adquirida na maioria dos viveiros listados na seção de links e mesmo em vários outros viveiros espalhados pelos demais estados do Brasil. Para os que moram em São Paulo, há uma opção a mais: podem retirar grátis a muda da uvaia comum nos Viveiros da Prefeitura.

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Uvaia frutificando no vaso

E então? Ficou interessado? Pois então vá agora mesmo buscar sua muda de uvaia e instale-a em sua casa, seja no solo, seja em um belo vaso, e saboreie os frutos desta frutífera nativa.

Pitangas…

Talvez você tenha se perguntado porque neste post eu não adicionei o nome científico da pitanga e sim apenas reticências. O primeiro motivo que me levou a colocar as reticências, é para refletir a entonação dada por grande parte das pessoas quando você cita esta fruta. Quem já não provou aquela pitanga com um forte retrogosto de terebentina ou amargoso (eca!!!!)? Muitas pessoas nunca mais querem provar outra pitanga depois desta experiência, mas não sabem que a pitanga é uma fruta muito variável na forma (lisa ou costada), no tamanho (1cm a 5cm de diâmetro), na cor quando madura (verde, amarela, laranja, vermelha, roxa ou negra), no sabor do fruto (amargo, azedo, doce),  na quantidade de polpa (algumas tem caroço pequeno ou inexistente, outras tem mais de um, outras tem um caroço enorme) e também no tamanho da árvore, que pode não passar de um mero arbusto que mal chega a 1 metro de altura ou se tornar um gigante de uns 12 metros de altura!!! Por que tanta variação?!?! Na hora de comprar a muda, como saber se você está levando uma planta que produz frutos de qualidade ou aquela malfadada pitanga como gosto de terebentina????

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As diferentes cores e formas dos frutos

O segundo motivo é a variedade de tipos que existem. O nome científico pelo qual a pitanga é conhecida é Eugenia Uniflora. Sob este nome científico está abrigada a maioria das variedades de pitanga. Variedades: esse é o termo correto.

Diferentemente de outras frutas comercializadas, tais como laranja, pera, morango, melancia, etc, a pitanga não foi “domesticada”, ou seja, não passou por um processo de seleção quanto à forma, sabor, tamanho e cor que resulta na produção de cultivares (variedades) específicas, produzidas por clonagem ou enxertia da planta selecionada, embora você possa encontrar mudas que foram assim produzidas. Ademais, a pitanga não resiste ao transporte e isso desencoraja a sua comercialização. Assim, é natural que a pitanga não tenha um padrão como outras frutas comercializadas, e que tenha forma, sabor, cor e tamanho tão variável, produto de sua alta diversidade genética. Você já deve estar se perguntando: “Então como vou saber qual muda de pitanga presta?“. Não desista ainda, continue lendo.

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À esquerda a pitanga de árvore, comum em todo Brasil e que pode chegar a 12m de altura. À direita, a pitanga do cerrado que mal chega a 1 metro de altura. Notem a forma diferente das folhas, embora os frutos sejam similares.

A pitangueira árborea é muito adaptável a variadas condições climáticas, tolera bem podas, e é encontrada desde a fronteira com as Guianas (onde é conhecida como Surinam Cherry) até a Argentina. Já a pitanga do cerrado (ou rasteira), cujo nome mais comum é Pitanga-Peba (científico Eugenia Pitanga), é exclusiva da região do cerrado brasileiro. Ambas frutificam após 2 ou 3 anos de vida, mas a diferença está no tamanho: a arbórea terá pelo menos um metro e vinte ao frutificar pela primeira vez, enquanto que a do cerrado pode ter menos do que um palmo de altura, conforme atesta meu post de 04/08/2015, cuja foto você pode ver aqui: Frutificando!

Ambas podem ser cultivadas em vasos, mas a do cerrado além de ocupar bem menos espaço (pode até ficar na sacada de um apartamento, desde que receba luz solar), tem frutos mais suculentos e de ótimo sabor. Vale ressaltar que algumas variedades da pitanga árborea não passam de 2 metros, enquanto que outras podem chegar a 12 metros de altura e, se você adquirir uma dessas mais cedo ou mais tarde terá que tirá-la do vaso. Ainda falando da pitanga de árvore, um conselho: só compre a muda se você puder provar os frutos por ela produzidos. Assim você evita de comprar uma variedade que tem o malfadado gosto de terebentina e, dependendo do tamanho da muda produzindo, poderá ter uma idéia de qual é a variedade e do tamanho final da árvore. Um outro conselho é optar pelas pitangas negras ou roxas, que normalmente tem sabor bem superior.

Em casa, tenho 04 mudas de variedades diferentes da pitanga do cerrado, sendo uma em vaso e as demais no solo. Tenho ainda 04 mudas da pitanga arbórea (três vermelhas e uma roxa) em vasos: duas em vasos de 55cm de altura por 40 cm de boca e uma em um vaso de 70cm de altura por 60 cm de boca. A roxa ainda não produziu frutos, mas as demais já e, como esperado, elas tem sabor diferente entre si. Mas nenhuma tem o malfadado gosto de terebentina. Todas tem bom sabor. 🙂

A pitangueira produz uma boa quantidade de frutos e tem também um belo efeito ornamental em função de suas brotações vinho-avermelhadas. Uma das variedades que tenho perde todas as folhas no outono e floresce no inverno. Muito bonita!

Então, ficou interessado? Então vá atrás de sua pitangueira! Na seção de links você encontra mudas da variedade arbórea com qualquer um dos fornecedores mas, que eu saiba, apenas o Colecionando Frutas, o e-Jardim e o Mudas de Frutíferas possuem mudas da variedade do cerrado (Pitanga-Peba – Eugenia Pitanga). No Mercado Livre você também encontra vários anúncios de ambas as variedades em suas diferentes cores. Você também poderá comprar sua muda no CEAGESP durante a semana (veja dias e horários) e nas feiras de sábado e domingo.

Para quem tem disponibilidade e transporte próprio, poderá ainda retirar mudas GRÁTIS (até 10, variadas) nos viveiros da prefeitura. Veja o estoque disponível clicando aqui.

Boa sorte com a sua pitangueira!

Curiosidades: A Sapiranga, ou Pau-Alazão (nome científico Eugenia Multicostata) é um parente próximo da pitanga. Os frutos são similares, mas maiores.

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Frutos da Sapiranga

A árvore é bem maior e não poderá ser mantida indefinidamente em vasos: chega aos 30 metros de altura com um tronco quase retilíneo e de brilhante tom marron-avermelhado, cujas folhas lembram as da pitanga árborea, mas também são maiores. Seu crescimento é bastante lento, e inicia a frutificação entre 5 e 7 anos de idade.

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A árvore adulta e suas folhas

Hoje rara, sendo mais comum no estado brasileiro do Rio Grande do Sul, esta árvore está à beira da extinção em função do abate para uso de sua madeira, de excelente qualidade. Na verdade, ela é conhecida mesmo como produtora de madeira-de-lei e não como frutífera, mas dá excelentes frutos. Caso você tenha interesse nesta frutífera muito pouco conhecida, vale um alerta: cuidado para não comprar gato por lebre! Há vários vendedores que se enganam e te enganam, apresentando outras árvores como sendo a Sapiranga. Dois vendedores que com certeza te venderão a planta certa, são o Marco Lacerda (e-Jardim) e o Ricardo Bitar (Jardim Exótico).

Se você tem espaço suficiente em solo, esta árvore é uma excelente aquisição não só por causa dos seus frutos, mas principalmente para embelezar e valorizar a sua propriedade.

Cereja da Austrália – Eugenia Reinwardtiana

Hoje vamos falar sobre a Cereja da Austrália, uma frutífera que se adapta perfeitamente a pequenos vasos. Ela é nativa das florestas chuvosas de Queensland, Austrália, e lá é conhecida como Cedar Bay Cherry ou Mountain Stopper. Em seu ambiente natural tem tamanho que varia dos 2 aos 6m de altura quando adulta, mas quando cultivada em vasos dificilmente passa de 1,5 m de altura.

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A arvoreta é também ornamental, pois suas brotações são avermelhadas e com folhas pubescentes. Produz frutos ovalados de 2 a 3 cm, de casca e polpa vermelha-escarlate, e tem sabor adocicado. Outro fato interessante é o de que frutifica precocemente, perto dos 2 anos de idade.

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Os frutos são consumidos ao natural, mas podem também ser utilizados para fazer doces, geléias e dar sabor a drinks e batidas.

Em minha casa tenho uma muda em um vaso de 30 cm de altura por 25 cm de boca. Ela foi comprada no e-Jardim em início de 2014 e hoje, 2 anos depois, está florescendo pela segunda vez.

Cagaita (Eugenia Dysinterica ou Stenocalyx Dysentericus (DC.) O. Berg)

Você deve estar pensando: “Mas que nome estranho para uma fruta!!“. Pois é estranho mesmo, mas tem sua explicação: a ingestão do fruto maduro e ainda quente de sol, tem efeito laxativo (para algumas pessoas bastam 15 minutos para fazer efeito). Não obstante, a infusão de folhas tem o efeito inverso. Mas não se preocupe, pois basta colocar o fruto na geladeira para que este esfrie e as propriedades laxativas só se manifestarão se você ingerir grande quantidade deles. Nativa do cerrado brasileiro, a cagaita pertence à família Myrtaceae, sendo portanto parente da jabuticaba, goiaba, jambo, araçás e eucaliptos. A frutinha é pouco maior do que uma moeda de 1 real, de cor amarela, polpa gelatinosa quando madura e sabor difícil de descrever, mas com caroço pequeno e boa quantidade de polpa, muito utilizada no preparo de sucos, doces, geléias e sorvetes. Quando verde mas próxima da maturação, também é comestível e tem textura crocante e um sabor que lembra o da maçã verde. A casca do fruto é muito fina e também é comestível. A árvore é caducifólia (perde as folhas no inverno) e corticeira, ou seja, seu tronco solta placas de até 2 cm de espessura. Em seu ambiente natural a cagaiteira pode chegar até 7 metros de altura e tem belo efeito paisagístico quando em floração e com suas folhas jovens de tom avermelhado que passam ao marrom-ferrugíneo e depois ao verde (vide foto abaixo). Apesar do porte é possível sim cultivá-la em vasos, onde a espectativa é de que inicie a produção de frutos entre os 2 e 4 anos de idade. Por hora, a minha muda está em um recipiente plástico de 40 cm de altura por 30 cm de boca, mas já produz frutos e tem floração abundante. Realmente, uma de minhas melhores aquisições. 🙂 Comprei minha muda da Mari Plantas, cujo endereço está disponível na seção links.

Frutos Maduros

Frutos Maduros

Flores e folhas novas

Flores e folhas novas

Floração

A floração espetacular, que ocorre no início da primavera junto com o surgimento das novas folhas de cor ferrugínea, tornam a cagaita uma excelente opção para o paisagismo.

CURIOSIDADE: existe uma variante menos comum, conhecida como cagaita vermelha (Eugenia geminiflora Berg.), cuja foto segue abaixo. As flores e aspecto geral da árvore são idênticos ao da cagaita amarela.

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Cagaita vermelha

Grumixama Anã (Eugenia Itaguahiensis)

Gru o que?!? Não, você não se enganou, este é o nome de uma frutífera tipicamente brasileira. Grumixama-Í vem do Tupi e significa ”Fruta que pega ou aperta na boca ao comer”, e o adjetivo I quer dizer pequeno. É uma frutifera nativa da mata atlântica que pode ser encontrada em forma arbustiva ou de árvore de porte, sendo o fruto de cor roxa (mais comum) ou amarelo. Cada uma das variações tem um nome científico diferente e ligeira variação de sabor, embora o fruto de todas as variantes tenha aproximadamente o mesmo tamanho: 2 a 3cm.  A grumixama floresce em dezembro e você pode encontrá-la na entrada do SESC Belenzinho, ou na Av. Dr. Arnaldo na Faculdade de Medicina da USP, ambos os endereços em São Paulo. Para quem é leigo é difícil identificar cada uma das variantes, pois as plantas são muito parecidas. Este post do Eduardo, do e-Jardim, ajuda a esclarecer o mistério: http://e-jardim.blogspot.com.br/2008/10/para-no-levar-gato-por-lebre.html.
A variedade Itaguahiensis (que tem frutos roxos) é a de menor porte (1 a 3m) de todas as variedades, podendo ser cultivada com sucesso em vasos onde frutifica em aproximadamente dois anos (desde que adubada corretamente). Outras variedades (de porte árboreo) são a Eugenia Blastantha e a Eugenia Brasiliensis, a qual chega a 15m de altura e tem três variedades: var. Erythrocarpus, de frutos grandes e roxos ou avermelhados; Iocarpus, de frutos pretos; e a Leucocarpus de frutos amarelos. A seguir, foto da minha muda de Grumixama Anã (ainda não produziu) que está em um vaso de 30 cm de boca por 40 cm de altura. Há ainda uma foto das flores e dos frutos de cor amarela e de cor roxa. Você pode adquirir mudas nos sites do e-Jardim, Colecionando Frutas e Plantamundo (vide seção de links).

Grumixama AnãPlantada em um vaso de 30 cm de boca por 40 cm de altura (foto de 2014)

DSC05049Flores (iguais em todas as variedades) e os frutos de cor amarela e de cor roxa

11/08/2015 – No final do segundo segundo semestre de 2014 comprei uma muda maior (que devia ter uns dois anos de idade), com um metro e meio de altura e que floriu pela primeira vez em julho de 2015. Esta nova muda foi comprada do E-jardim, e vc pode ver uma foto dela no post de 04/08/2015 clicando aqui: Frutificando

Pitangatuba (Eugenia Neonitida ou Eugenia Selloi)

A pitangatuba, endêmica das restingas do Rio de Janeiro, é uma parente próxima da pitanga (embora seja um fruto bem maior). Adapta-se muito bem a vasos de pelo menos 50cm de altura por 50 cm de boca e floresce sem parar de setembro até o início de maio. Em 2014 colhi meus dois primeiros frutos e, embora estes fossem pequenos e não maiores do que uma pitanga comum, o prognóstico é de que futuramente estes frutos serão 2 ou até 3 vezes maiores. Nas fotos abaixo, você pode ver a foto de minha pitangatuba plantada em vaso (de 50 cm de altura por 50 cm de boca) e do primeiro fruto que colhi. Pode ver ainda uma foto de um fruto (gigante!) produzido por um colega que mora nos EUA. Espero que os meus um dia cheguem a este tamanho. A pitangatuba tem um sabor azedo que lembra uma mistura de manga com uvaia e pode ser utilizada para fazer sucos, doces, geleias e licores. A planta inicia a floração em até 2 anos após o plantio. Você pode adquirir mudas desta frutífera em alguns dos sites informados na seção de links “Sementes e Mudas”. 😉

PitangatubaMeu pé de pitangatuba e o primeiro fruto que colhi, produzido em 2014

pitangatuba-euaMeu sonho é conseguir colher uma deste tamanho gigante, como a do colega dos EUA.

Outubro-2015: Bem, ainda não colhi os frutos gigantes, mas já estou colhendo frutos bem maiores do que aquele primeiro, cuja foto data de 2014. Como tenho uma muda da que produz frutos alongados e uma da que produz frutos arredondados, estou colhendo frutos de ambas. A produção não é grande, até porque as plantas estão em vasos, mas está valendo a pena. Vejam a foto de uma fruta que colhi:

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